09 set 2010 - 2:03h
CONHEÇA A ADEJ
AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DE JUNDIAÍ E REGIÃO
Jundiaí, que aniversariou no dia 14 de dezembro, completando 351 anos, recebeu nos últimos anos, cerca de 120 novas empresas do setor industrial. Os novos investimentos superam, em muito, a transferência de empresas para outras cidades. A geração de empregos formais também superou o fechamento de vagas causado pelas mudanças dos antigos investidores, que acabaram optando por outras cidades para ficarem mais próximos da matéria-prima (como é o caso do tomate para a Cica) ou por causa das grandes vantagens oferecidas pela guerra fiscal do Norte e Nordeste.As empresas que têm se instalado aqui nos últimos anos estão gerando empregos em número muito superior aos que foram perdidos com o fechamento de indústrias na cidade. No caso da Vulcabrás, o espaço que era ocupado pela indústria calçadista hoje abriga outras empresas. Só uma delas, a Cetergy, do ramo de telemarketing, está em ampliação e vai gerar 4 mil empregos. E não é apenas o setor industrial que tem crescido na cidade.
Desde que assumi a secretaria, em janeiro de 2005, Jundiaí abriu nada menos que 12 mil empregos formais, fruto da instalação de mais de 2.500 empresas dos setores de indústria, comércio e serviços. Em 2005, Jundiaí foi o 10° município do Estado em geração de empregos. Hoje temos a 9ª renda per capita do Estado de São Paulo, e o nosso PIB per capita é maior do que o de qualquer capital do País, com exceção de Vitória (ES). Além disso, a geração de riqueza no município, medida por valor adicionado, cresceu quase 15% acima da média do Estado, no período 2001-2005. São dados muito significativos e que refletem o trabalho que fazemos para divulgar e qualificar permanentemente a cidade como um excepcional endereço para investimentos.
Entre as grandes empresas que vieram para Jundiaí nos últimos anos e se transformaram em motivo de orgulho dos cidadãos, principalmente pelo grande número de empregos que geraram, estão Coca-Cola, Pepsi, depósito das Casas Bahia (o maior da América Latina), Sara Lee, CBA Palate, Destro Atacadista, Softway, Bosch Siemens Continental, Renault Nissan, National Química, Brasif, Atmosfera, Pró Inox, Hotel Intercity, Neurograff, Extra Hipermercados, Assaí, e muitas outras. Do início de 2005 até agora, a instalação dessas novas empresas na cidade representou investimentos de mais de R$ 170 milhões e a criação de mais de 2.200 empregos formais diretos. Outra novidade é a chegada do Jundiaí Business Park, um condomínio industrial que está se instalando na Marginal na Anhangüera, no local da antiga Kanebo – um investimento de R$ 35 milhões.
Paralelamente, as empresas já instaladas têm feito modernizações e ampliações de suas atividades, contribuindo igualmente para o desenvolvimento econômico municipal. Entre essas, merecem destaque a Sadia S.A., Recall, IBG, Suzer, Neumayer Tekfor, TNT Logistics, TAM, Takaka Petri, Castelo Alimentos, Siemens e Deca (Grupo Itaú).
A administração municipal tem desenvolvido diversos projetos para estimular os investimentos na cidade, que possui hoje seis zonas industriais e dois distritos com completa infra-estrutura. Um deles é a incubadora de empresas, mantida por meio de convênios com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). O objetivo é abrigar e orientar empresas nascentes, capacitando-as para sobreviver e crescer no mercado. Outro grande investimento da Prefeitura para atrair novas empresas é o Centro Logístico de Jundiaí (Celog-J), que será efetivado nos próximos três anos. A expectativa é abrigar na área de 5,25 milhões de m² cerca de 120 empresas e gerar mais de 15 mil empregos. O local será um centro receptor, armazenador e distribuidor de mercadorias, com transportadoras, porto-seco, estrada de ferro, restaurantes, lojas e total infra-estrutura.
Jorge Yatim
Engenheiro Civil e pós-graduado em Gerência de Cidade
Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Agricultura
e Abastecimento na Prefeitura de Jundiaí
www.jundiai.sp.gov.br
CONVIDADA ADEJ DO MÊS
Ser voluntário, quem? eu?!
"Voluntário é o jovem ou adulto que, devido ao interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem-estar social ou outros campos..." é a definição dada pela Assembléia Geral das Nações Unidas que, em novembro de 1997, proclamou o ano de 2001 como o Ano Internacional do Voluntariado.
Ser voluntário é uma relação humana, rica e solidária.
Ser voluntário não é tapar buracos e compensar carências. É contribuir, de modo contínuo e duradouro, para ajudar quen necessita e melhorar a qualidade de vida da comunidade. Uma oportunidade de fazer amigos, viver novas experiências, conhecer novas realidades. É ensinamento e aprendizado.
Não é preciso ser especialista. Todos, independentemente da idade e das condições físicas, têm capacidades, habilidades e dons que podem ajudar alguém.
Prestar um trabalho voluntário não é uma atitude casual. Deve ser realizado com consciência, responsabilidade e comprometimento. Portanto assuma somente aquilo que você tem certeza de poder realizar.
Ser voluntário - Quem sabe pelo seguinte...
Esta é a verdadeia alegria da vida - ser usado para um propósito reconhecido por você mesmo como digno. Ser uma força da natureza, em vez de um amontoado febril e egoísta de ressentimentos e frustações, sempre reclamando que o mundo não se devota a torná-lo feliz. (Bernard Shaw).
Para mim, Ser voluntária já virou uma missão de vida.
Leila Claure
Pedagoga / Educadora Ambiental
Voluntária da ONG Grupo Sol da Cidadania, Lar Anália Franco e da Rede para a Juventude
PALAVRA DO CONSELHEIRO
"O Desenvolvimento pleno de uma nação é quando seus cidadãos possuem todas as oportunidades para exercerem os direitos mais simples de acesso às condições básicas de se desenvolverem como pessoa humana.
Assim podemos imaginar que as cidades que se entrelaçam ao redor da cidade de Jundiaí, formando a base da ADEJ, tem a oportunidade de juntos identificarem as suas dificuldades, e buscarem as soluções conjuntas.
É um grande desafio.
Lembrando a frase que "Juntos somos mais fortes" lançamos para 2007 este grande desafio para o Poder Público, Empresários e Comunidade, de encontrarem um caminho que traga soluções para nossa região, no sentido de melhoria na vida das pessoas que aqui vivem.
Sabemos que somos um povo inteligente e trabalhador e assim as oportunidades de emprego, renda e consequentemente melhoria das condições básicas não serão desperdiçadas.
Você Empresário não sócio da ADEJ, junte-se a nós.
Você Empresário sócio não desanime diante dos obstáculos.
Afinal eles foram criados para que pudéssemos vencê-los.
Contamos com todos para que os projetos sejam concebidos e colocados em prática. Sucesso!"
Romulo Romanato
Empresário e Secretário de Integração Regional da ADEJ
www.adej.org.br
OS PROFISSIONAIS E A PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO
› Dia 04 de dezembro - Dia do Orientador Educacional
"O Orientador Educacional, profissional que atua nas Instituições de Ensino, tem um papel relevante junto aos alunos no processo de Orientação Vocacional. Na medida em que os alunos têm a possibilidade junto a esse profissional de poder pensar sobre a sua escolha profissional, de pensar sobre futuro e mercado de trabalho, têm mais chances de acertar e de ter sucesso.
O seu sucesso, sem dúvida, pode trazer mais desenvolvimento para o município, já que um profissional que atua bem no que faz, pode contribuir para o crescimento de sua empresa, auxiliando na captação de recursos econômicos."
Maria Isabel Gut Gastaldi
Coordenadora do Serviço de Orientação Educacional do Colégio Divino Salvador
www.divinojundiai.com.br
Bibliografia recomendada: "A prática dos Orientadores Educacionais",
Editora Cortez, Mírian P.S.Z. Grinspun (org)
› Dia 05 de dezembro - Dia do Voluntário
"O voluntário, gente que faz coisas para os outros, gera em diversos países desenvolvidos mais de 5% do PIB em bens e serviços sociais. Nos Estados Unidos, 100 empresas acabaram de assinar um programa para apoiar a participação nos trabalhos voluntários comunitários dos seus três milhões de empregados. Tal exemplo de cidadania deve ser seguido por outras empresas com uma maior contribuição social que possa oferecer à comunidade em que está inserida, permitindo evitarmos o conformismo.
Além do seu aporte concreto, a atividade voluntária tem outro valor especial. Perante o freqüente individualismo e indiferença diante da pobreza, o voluntariado manda a mensagem de que somos responsáveis uns pelos outros. É hora de valorizar, apoiar de todas as maneiras e pôr em prática este capital ético que pode ser um pilar para um desenvolvimento pujante e eqüitativo."
Rosana Lucas Ribeiro Tayar
Presidente da AJEFA – Associação de Entidades Filantrópicas
e Assistências de Jundiaí e Região
www.ajefa.org.br
Bibliografia recomendada: "Mídia, Terceiro Setor e MST - Impactos sobre
o futuro das cidades e do campo", Editora Vozes, Maria da Glória Gohn
PROJETOS E A PRESTAÇÃO DE CONTAS À COMUNIDADE
A ADEJ elegeu sua nova Diretoria e Conselho em Assébleia ocorrida no dia 22 de novembro. A Ata dessa Assembléia está disponível no site www.adej.org.br. A ADEJ tem como meta pelo seu Estatuto (que convidamos a todos a conhecer também pelo site) a constituição de Câmaras Técnicas, entre as quais as de DESENVOLVIMENTO LOCAL e de INTEGRAÇÃO REGIONAL.
Portanto, se você se interessar por um desses temas, deixe-nos saber manifestando-se através do falecom@adej.org.br, enviando nome completo, escolaridade, data de nascimento, com um breve relato do porque seu interesse em uma delas. PARTICIPEM! Todos nós pertecemos a uma comunidade e podemos FAZER A DIFERENÇA!
CONHECIMENTO PARA DESENVOLVIMENTO
Os Oito Objetivos do Milênio são uma série de compromissos aprovados em setembro de 2000, por líderes de 191 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU). Apresentaremos nessa edição o 2º OBJETIVO DO MILÊNIO, que é ATINGIR O ENSINO BÁSICO UNIVERSAL.
Cento e treze milhões de crianças estão fora da escola no mundo. Mas há exemplos viáveis de que é possível diminuir o problema — no Brasil Já temos 97% dos meninos e meninas matriculados na escola, incluindo as pré-escolas.
A partir da matrícula dessas crianças ainda poderá levar algum tempo para aumentar o número de alunos que completam o ciclo básico, mas o resultado serão adultos alfabetizados e capazes de contribuir para a sociedade como cidadãos e profissionais melhor qualificados.
O Brasil é o sétimo país do mundo em número de analfabetos,
sendo que 18 milhões destes nunca passaram pela escola.
Exemplos de possíveis ações empresariais e associativas com o poder público, ONG’s, grupos representativos locais e fornecedores: Apoio a programas de criação de oportunidades e estímulo no acesso ao ensino fundamental, ou melhoria da qualidade; Envolvimento direto/indireto em ações de prevenção e erradicação do trabalho infantil, tanto em regiões metropolitanas, como rurais; Contribuição para a melhoria dos equipamentos das escolas básicas e fornecimento de material didático e de leitura; Programas de reciclagem e capacitação de professores do ensino fundamental; programas de implantação de projetos educacionais complementares, com envolvimento familiar, visando estimular a permanência do aluno na escola.
Roberto Carlos Felicio
Sociólogo, ONU/UNV - Especialista na Relação Empresa & Comunidade
www.conexao.org.br
Apresentamos a tabela a seguir, que mostra a MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO DE 15 A 64 ANOS nos 11 municípios que compõem a ADEJ.
| Média de anos de Estudos da População de 15 a 64 anos, 2000 11 Municípios pertencentes a ADEJ - Agência de Desenvolvimento de Jundiaí e região |
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| › Município | › Média de Anos de Estudo |
| Jundiaí | 8,02 |
| Vinhedo | 7,93 |
| Itatiba | 7,23 |
| Campo Limpo Paulista | 7,10 |
| Itupeva | 6,67 |
| Cajamar | 6,50 |
| Várzea Paulista | 6,45 |
| Morungaba | 6,24 |
| Louveira | 6,23 |
| Jarinu | 6,11 |
| Cabreúva | 6,07 |
Fonte: SEADE